- ’ morning! TOW-U World Away Traveler, ’ help ya? cumprimentou-me uma voz do outrolado da linha, comendo metade da pergunta e traduzindo para a linguagem a correria da cidade. A voz, emboranão soasse suavecomo a noite de Fitzgerald, tinhaumcertoquê de calorhumanodifícil de se encontrarpor essas plagas nova-iorquinas.
- Bom-dia! - respondi eminglês. - Umamigome informou quevocês possuem umserviço courier compassagensbembaratas. Gostaria de saber se vocês oferecem esseserviçopara o BRAZIL, enfatizei bemparaevitarconfusões às quaisjá havia me acostumado devido ao parcoconhecimentogeográficoque abunda poraqui.
- Claroquesim! Quecidade no Brasil o senhordeseja? - espantou-me a voz, que sabia que no Brasil havia cidades! Finalmente estou lidando comalguémque faz parte das raras exceções.
- Olha, estou planejando irparaSALVADOR, na BAHIA, disse, articulando as vogais e consoantes à americanaparanãoprovocardesentendimentos.
- Temos sim - respondeu-me a vozsimpática. Temos vôospara San Salvadorcomescalas.
“Êpa! Começou!”, pensei comminhagola, poisminhacamisa de malhanãotinhabotões.
- Escute - disse eumeioapreensivo, já temendo umoutrodesfecho e irparar no meio de alguma guerrilha na América Centralcomo ocorria há algunsanos. - Estou falando de Salvador, capital da Bahia, B-A-H-I-A (soletrei), no Brazil, América do SUL! Embora algumas pessoas chamem Salvador de SãoSalvador, elanão é em El Salvador, o país da América Central, entende? - enfatizei, acostumado com o desvio de minhascartaspara El Salvador, atéaprender a colocaremletrasgarrafais SOUTH AMERICA ao lado da palavratambémgarrafal BRAZIL, pois o nome do paíssónãoeragarantia de destinopara os funcionários do correioamericano. Na minhamente vinham lembranças de adolescênciaquando fiz o exame de proficiência eminglês da universidade de Michigan. O exame havia sido adiado pois as provas foram parar naquele paísemvez de irparaSalvador da Bahia.
- Sei muitobem, senhor. San Salvador, na Bahia, no Brazil. Sim, temos vôosparalá.
Não acreditei! A vozme surpreendera mesmo. E aindaporcima, ela conhecia o termoSãoSalvador, essejeitotãocarinhosoquenósbaianos usamos para se referir a ela. Achei uma fofura alguémemNova Iorquechamar a minhaqueridaSalvador de San Salvador. Ecos de Caymmi me chegavam aos ouvidos na vozdoce (quandoeradoce) de Gal Costa, trazendo saudades inusitadas do nossoritmolento, faceiro, amigo, cadente. De repente, me sinto envoltopelamagiabaiana, sentindo atéumcheiro de acarajé no ar, coisasque contrastavam totalmentecom o barulho, correria e a famosaatitudenova-iorquina. Me senti culpado de estar fazendo poucocaso e maljuízo dos conhecimentosgeográficos da voz. Mastambém, depois de umano respondendo às perguntas de meuscolegas de doutorado se a capital do Brasil é Buenos Aires e se nós falamos espanhol, nadamaisme surpreendia e desenvolvi uma atitude blasé paralidarcomessetipo de pergunta. A vozerarealmente uma exceção!
- E quantocusta a passagem? - quis saber.
- A passagemida e voltacusta 280 dólares.
- A senhorita tem certeza de que é esterealmente o preçoparaSalvador, Bahia, Brazil? - repeti incrédulo, embora o textoeminglês tivesse sido politicamente corretoparaevitarconfrontofeminista de preconceitosexual, coisaque tive quemeacostumar a duras penas, pois se você desconhece o jargãofeminista, você acaba quebrando a cara e sofrendo reprimendas iradas das mulheres.
- Absoluta! Temos umvôoque sai depois de amanhã. O senhorquerfazerreserva?
“Depois de amanhã!?”, pensei, dessa vezcácom as mangas da camisa. Precisava refletir.
- Olha, posso ligarnovamenteparareconfirmardepois? Sabe como é, não estava pretendendo viajarassimtão de supetão, emcima da hora. Preciso de umtempoparapensar se terei condições.
- Poisnão, senhor. E qual é mesmo o seunome?
- Cruz - dei o meuúltimonome, pois o primeiro é uma dificuldadeterrívelparaeles pronunciarem. - C-R-U-Z - soletrei paraqueelanão pensasse queeueraparente de Tom Cruise, comojá haviam me perguntado várias vezesdevido à semelhançafonética.
- Ah, seunome é espanhol?
- É sim, como é que adivinhou?
Não sabia se ela queria dizerhispânicoemvez de espanhol, e nunca se sabe se há umpreconceitoportrás da pergunta, jáque os hispânicosnãosãotãobemvistospelosbrancoscaucasianos da gema, ou seja, aqueles WASPS conservadoresferrenhos. Continuei com o meucinismo:
- Na verdade, meunome é brasileiro da cruz (e não da silva), mas a minhapretensaárvoregenealógica indica queminhafamília é originária de Sevilha, na Espanha, antes de meusancestrais se debandarem peloresto da penínsulaibérica, atravessarem os mares, e se engalfinharem pelas florestas brasileiras, metendo umpé na taba e outro na senzalaalheia, se você consegue entender a ironia do meudiscurso pós-colonial. Como?! Não, não moramos maisemflorestas, a únicaflorestaque sobrou foi a amazônica, poismeusancestrais eram tão anti-ecológicos quanto os seus, talvezumpoucomenos, porquepelomenos a Amazônia ainda está lá, atéquando, sóDeus sabe! A gente vive emcasas e edifícios, localizados emruas e avenidas, emcidades modernas e antigas vilas coloniais, algumas grandes, outras pequenas, outras gigantescas, quenemaqui. Mas, continuando, meuoutronome, Torres, vem de Toledo, também na Espanha, e não Toledo em Ohio. Agente no Brasil é tudo uma misturasó, e acho que é porcausa dessa minhaascendência espanhola que o povo daqui fica me perguntando se no Brasil falamos espanhol, não é? Ah, vocêtambémnão sabia quenão falamos espanhol? A gente entende espanholporque ambas são originárias do LatimVulgar, mas os falantes de espanholnãonos compreendem. Porque? Acho que é porcausa do sistemafonético, nossalíngua tem maissonsqueemespanhol. Não, não falamos latimvulgar na América Latina, mas falamos umbando de vulgaridade, sim! Não, nossalínguanão é brasileiro, brasileiro é nossanacionalidade. Emboramuitagente ache quenossalíngua seja brasileiramesmo, comoaquimuitagenteachaquevocês falam americano e nãoinglês, nós falamos português-brasileiro e não português-português, entende? Sim, claro, de Portugal. Como é que os portugueses foram parar no Brasil? Sei lá, dizem que foi porcausa de uma falta de vento no mar, masisso é históriapraboidormir. Na verdade os portugueses estavam era caçando umas indiazinhas paracomer, sacumé? Sim, sei queeles foram politicamente incorretos, masisso foi há quase quinhentos anosatrás, e os portugueses não eram nadapuritanoscomo os ingleses. Espanhol? Sim, espanholfrancês, holandês, e depoisveiogente de todocanto, quenemaqui, sóquelá o povo se misturou mesmo!
Resolvi brincarcom a voz, revelando umpouco de intimidadesfamiliares e históricas paraquebrar o tomimpessoalque essas conversas telefônicas sempre adquirem, coisaque adoro fazer. Lembro quequando liguei para a NYNEX instalar o meunovonúmerotelefônico, fiquei horas de papocom a telefonista, que, inusitadamente, parecia nãoternada a fazer na vida a nãoserfalar ao telefone. A voz da companhiatelefônica acabou me contando metade da vida dela, filhos, gato, e cachorro! Afinal de contas, telefone é paracomunicação, não é? E haja papo! Essas coisastambém acontecem poraqui, principalmentequando a solidão ataca.
- E quaissão as condições? - perguntei interrompendo meudevaneio.
- Bem, o senhornão poderá levar nenhuma bagagemalém de uma pequenamala de mão, e terá queretornardentro de uma semana. Naturalmente, como se trata de serviço courier, o senhor terá quelevar uma encomenda.
- Ah, é? E como vou saber se não estarei carregando alguma muamba, oudroga, oubomba, sei lá? - perguntei paramecertificar.
Issotudo dava à viagemumtom de transgressão, de risco e aventura, à la James Bond.Já pensou se carrego algoproibido e me barram na alfândega, qual seria a manchete dos jornais? “Professoruniversitário, com a desculpa de estar fazendo doutorado no exterior, foi pegocom a mão na botija contrabandeando drogas!” - imagino a páginapolicial do Jornal A Tarde. O que diriam meuscolegas e amigos? Décio, o espiãovestidoque abalou Salvador, parodio os folhetins dos anos 70: “Giselle, a espiã nua que abalou Paris”.
- Meusenhor, os nossosserviçossãoseguros e de altaconfiança! - repreendeu-me a voz, destruindo o balão da minhafantasiaem quadrinhos.
- Desculpe, erasó uma brincadeira - minto. - Voltarei a ligarmaistarde.
- Poisnão, senhorCruz, fico aguardando a sualigação.
- E qual a suagraça? - perguntei emtom de gozação.
- Perdão?! - retrucou ela, literalmentecomoeles costumam dizerporaquiquandonão entendem algo. Elanão havia captado a brincadeira no estilo shakespeariano. Tambémeraquererdemais da pobrecoitada, acostumada comroteirosbemprecisos, demarcados de ponto-a-ponto. Na suapequenacabineonde provavelmente deve atender as ligações, não havia muitoespaço sobrando paraimaginaçãoouabstração. Tudo deveria se resumir à objetividade e a precisão da linguagem. Semmetáforas.
- Qual é o seunomeparaqueeu possa contactá-la diretamentequandovoltar a ligar e nãoterquemeperder no labirinto borgeano e no processopenal da burocraciatelefonistakafkiana? - perguntei, obviamente omitindo as referências literárias paranãoconfundirouentediar a moça (ou a senhora, ou o senhor, sei lá! Quemme garante quenão havia umtravesti de vozmacia, tipola Close, do outrolado? Nessa cidade pós-moderna, tudo é possível e tudo o queeutinhacomofonte de referênciaeraapenas uma voz).
- Ah, sim, desculpe. Me chamo Mary! - respondeu enfática, estranhamenteme dando o prenome.
“Mary! Quecoisamaisimpessoal, comum, e no entanto, pura! Como deve serterumnomeque reporta sempre a umsímbolo de virgindade e santidade?”, pensei comigomesmo.
(Existe outraforma de pensar a nãoserconsigomesmo? É cada uma! [Oucada duas?] Português tem tantamaluquicegostosa de se brincar, principalmentepiada de português! Depois de doisanos afastado da minhalíngua, me deleitava comcertasexpressões, e sentia saudades de nossas brincadeiras, de falarbesteira, do dicionário de baianês. O povo daqui é sériodemais).
- Obrigado, Mary. Te ligarei maistarde.
A alegriame invadiu de repente. Quemaravilhapoderpassar uma semanaemSalvadorpelomesmopreçoque gastei parair a Daytona Beach no Spring Break, essas férias de uma semanaquesão concedidas aos estudantesamericanospara poderem fugir do tédio infernal e do frio invernal! Contactei o meuamigo Daniel, que havia medado a dica, paraconfirmar se nãoeraarmação, e depois fui passear pelas largas ruas de Manhattan emdireção ao Central Park. Traduzido literalmente, “parquecentral”, não sei porquecargas elétricas, sempreme lembra uma marca de biscoitocreme cráqui, embom baianês. Qual será a sensação de comer, no ParqueCentral, biscoitoÁguiaCentral (oubolacha, como se diz no interior da Bahia)?
Ó, dúvidas filosóficas de besteirol queme transportam aos cacosteatrais de minhaamiga Fanta Maria da Bofetada, agoraSantaNoviçaRebelde. Lembrei de outra historia queumamigome contara. A tia dele, bembaiana, visitando Nova York e querendo ligarparacasa a cobrar, dirige-se a umguarda na rua e perguntaem baianês: “Moço, onde é que fica a Telebahia daqui?”
Rio das minhas próprias maluquices. A vontade de estaremSalvadoreramaior do que a de ver o show de Gilberto Gil programado para o Parque na próximasemana. E se essa passagemnão fosse paraSalvador? No anoanterior, quase perdia minhareservaemumvôopara Daytona Beach, na Flóridaporque a agente da American Airlines tinhame colocado emumvôopara Dayton, Ohio, que de Beach não tem nada. Além de terquefazermilhares de escalas desnecessárias, iria pagar o triplo do queme custaria, parairparaumlocalquenão pretendia ir.
A gente reclama quebrasileironão sabe escrever, mas o americano escolarizado é péssimoemortografia. Seráque a normaescrita está fadada ao esquecimento?, divago enquantopasseio. Lembro a história do homemque foi pararem Atenas, na Grécia, quandoelesó queria irpara Atenas, no Texas. Ouera Atenas na Georgia? Tambémnão culpo as pobres coitadas quesão bombardeadas por uma propagandaconstante de que o mundo é aqui. Paraconfundirmaisainda, várias cidades possuem o mesmonome de cidades européias e de xarás americanas: Atenas e Paris, no Texas. Nápoles na Flórida. Toledo em Ohio, e Salamanca emNova Iorque. Até uma réplica de Nueva Jork, como hablan los hispanicos, pode ser encontrada agoraem Las Vegas. Eviva o país do simulacro! Como se não bastasse as cidadesaqui serem todas iguais umas às outras, com raras exceções, os nomestambémpouco importam. É tudopadronizado: American Standard (padrãoamericano) que, ironicamente, é uma marca de privada.
Ando peloparque lembrando de Simon e Garfunkel, Olodum, John Lennon. A músicame acompanha. Ao longe, escuto umgrupo de músicosandinos tocando El condor pasa. Penso, repenso, decido! Precisovoltar às minhas raízes. Não, a minhavoznão ia fazer uma sacanagem dessas. Mary é umnomepuro e virgemdemaisparaisso. E lá fui eufeliz da vidareconfirmarminhareserva, antevendo e antegozando (pode-se gozarporantecedência?) os prazeres da terra brasilis.
- Boa-tarde! Senhorita Mary?
- Sim, eumesma, quemdeseja?
- Aqui é aquelebrasileirochatoquelhe encheu de perguntas de manhãsobre a passagemparaSalvador.
- Ah, sim, senhorCruz. O senhorquerconfirmarsuareserva?
- Sim, masantesainda tenho uma pergunta. Onde é a primeiraescala?
- Deixe-me ver no computador. Ah, o senhor vai pararem San Juan e depois segue para San Salvador.
- Vocêquerdizer, Salvador da Bahia, não é?
- Sim, lámesmo.
- E qual é o nome da companhia?
- QWFRT Linhas Aéreas.
- Não entendi.
- QWFRT Linhas Aéreas.
- Estranho, nunca ouvi falar dessa companhia. Ela vai até o Brasil?
- Vai sim.
- E qual a duração do vôo?
- O senhor sai de Nova York até San Juan, sãotrêshoras e meia. De San Juan até San Salvadorsãomais duas horas.
- Estranho. Cincohoras e meia de vôosomente?! O mínimosãooitohoras e meia.
- Sósãocincohoras e meia de vôo de Nova York até San Salvador.
- Mary, semquererserchato, masvocêpoderiaconfirmar se esta cidadepara a qualvocê está me mandando, commuamba e cuia, é no Brasil mesmo?
- Ummomento.
Pausasilenciosa. Escuto o barulho do teclado do computador do outrolado.
- Sr. Cruz, infelizmente a nossalinhanão opera com o Brasil, sócom a América Central.
- O quê!!? - exclamei indignado. - Mary Virgem do céu, como é quevocême faz perdermeu tempo e toda a minhaemoçãoquandodesde o começoeuvinhalhe dizendo queeu queria irparaSalvador da Bahia, Brazil, América do Sul, e nãopara San Salvadorem El Salvador, América Central? O que vai acontecercomtodos os planosque alimentei durante o intervalo do almoçoatéagora? O que será dos meussonhos de fugir dessa cidade, ondetodomundo vive deprimido e irritado, paraver os amigos, família, minhaterra, passearpelapraia, ao solou na chuva de junho, tomarágua de coco, comerumacarajéem Itapuã comguaranáoucerveja, passear pelas ruas colonais do Pelô ao som do Olodum ou do Ilê Ayê? Dançarforró, comermilho e canjica, tomarlicor? A senhorita sabe o queisso significa? Não é a mesmacoisaquecomerfeijoada na rua 46 ouem Newark!
- I’m sorry, sr. Cruz. Infelizmentenão compreendo nada do que está dizendo, nem posso fazernadapelosseussonhos. Talvez o senhordeva acomodá-los à realidade. Se quiser irpara San Salvador, o vôo sai depois de amanhã. Casocontrário, passarbem. - e desligou, deixando-me a verbarcos valsando na águaazul do Porto da Barra projetados na paredeazul do apartamento de minhaamiga Rúbia.
Como posso passarbemdepois dessa decepção? Talvez a não-tão-virgem mãe-do-filho Mary tivesse razão e eu devesse irconhecer a homônima de minhacidade. Outalvezeu devesse escreverpara o prefeito de Salvador requisitando a volta do antigonomepopular de Cidade da Bahia. Certamente, se os governantes tivessem adotado a fala dos personagens do amado Jorge, eunão teria passadopor essas tribulações. Maspersonagensliteráriossó fazem estória, pois a História, da mesmaformaque o minúsculocubículo de Mary e suaindiferença aos sonhosalheios, não tem lugarpara a imaginação.
Publicado emversão bilíngue português/inglês na revistaBrazzil e emportuguês na revistaAve, palavra. Referênciasparacitação:
CRUZ, Décio TorresouCRUZ, D.T. Conversa ao telefone. Brazzil. Los Angeles, v.141, p.28 - 33, 1997.
CRUZ, Décio TorresouCRUZ, D.T. Talking on the phone. Brazzil. Los Angeles, v.141, p.28 - 33, 1997.
CRUZ, Décio TorresouCRUZ, D.T. Conversa ao telefone. Ave, palavra.Revista de CriaçãoLiterária. Salvador:EDUFBA, 2000.
Doutor em Literatura Comparada pela State University of New York em Buffalo, nos Estados Unidos (bolsista Fulbright), mestre em Teoria da Literatura, especialista em tradução e bacharel em Letras, com concentração em língua e literatura de língua inglesa pela Universidade Federal da Bahia. Bolsista dos Companheiros das Américas no Programa Professor Residente do Instituto de Línguas ELS, na Universidade St. Joseph’s, na Filadélfia, Estados Unidos, e do Programa DAAD em Bonn, na Alemanha. É autor dos livros Inglês para Administração e Economia, Inglês para Turismo e Hotelaria e Inglês.com.textos para informática, publicados pela DISAL, e O pop: literatura, mídia e outras artes, publicado pela Quarteto/UNEB. Possui vários trabalhos publicados no Brasil e nos Estados Unidos (contos, crônicas, poemas, traduções, artigos e ensaios sobre áreas diversas como cinema, arte, teatro, literatura, lingüística aplicada, tradução, estudos culturais, e metodologia do ensino de língua inglesa). Atua como Professor no Programa de Pós-Graduação em Letras da UFBA, na UNEB e na Faculdade Ruy Barbosa.
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